Portanto, o tio Jacinto tem 6 perus, com duas asas cada um. (12:2) = 6
Sobram 12 patas para os porcos: (24-12) = 12
Uma vez que cada porco tem 4 patas temos três porcos no total: (12:4=3).
Sobram 12 patas para os porcos: (24-12) = 12
Uma vez que cada porco tem 4 patas temos três porcos no total: (12:4=3).
Multiplicação ( . ) e divisão ( : )
O sinal de X, como que indicamos a multiplicação, é relativamente moderno. O matemático inglês Guilherme Oughtred empregou-o pela primeira vez, no livro Clavis Matematicae publicado em 1631. Ainda nesse mesmo ano, Harriot, para indicar também o produto a efetuar, colocava um ponto entre os fatores.
Em 1637, Descartes já se limitava a escrever os fatores justapostos, indicando, desse modo abreviado, um produto qualquer. Na obra de Leibniz escontra-se o sinal para indicar multiplicação: esse mesmo símbolo colocado de modo inverso indicava a divisão.
O ponto foi introduzido como um símbolo para a multiplicação por G. W. Leibniz. Julho em 29, 1698, escreveu em uma carta a John Bernoulli: ” eu não gosto de X como um símbolo para a multiplicação, porque é confundida facilmente com x; freqüentemente eu relaciono o produto entre duas quantidades por um ponto . Daí, ao designar a relação uso não um ponto mas dois pontos, que eu uso também para a divisão. ”
As formas a/b e , indicando a divisão de a por b, são atribuídas aos árabes: Oughtred, e, 1631, colocava um ponto entre o dividendo o divisor.
A razão entre duas quantidades é indicada pelo sinal:, que apareceu em 1657 numa obra de Oughtred. O sinal , segundo Rouse Ball, resultou de uma combinação de dois sinais existentes - e :

Para multiplicar um número decimal por :
10 – deslocas a vírgula uma casa para a direita;
100 – deslocas a vírgula duas casas para a direita;
1000 – deslocas a vírgula três casas para a direita.
E assim sucessivamente.